Sobre Nós

 

Maranata!

Hoje vivemos em um mundo em constantes mudanças, onde sofremos perdas, decepções, tristezas, doenças e etc... Temos que enfrentar essa realidade, não a outro caminho!

O nosso maior desafio, é fazer com que estas mudanças constantes não nos afaste do nosso objetivo, que é salvar do pecado e guiar no serviço!

Por isso, quero lhe apresentar uma proposta, o Clube de Jovens. Ele atende várias necessidades dos jovens como: sociabilidade, compromisso, estar em turma, desafios, recompensas, crescimento pessoal, entre outros.

O clube de Jovens pode mudar sua vida para melhor, temos o dever de fazer a diferença!

 

Encontrar um Jovem de valor é fácil!                                                                                        

Ele vai estar sempre ajudando os carentes, ajudando os doentes; auxiliando os idosos esquecidos ou os órfãos abandonados. Com seu sorriso e uma palavra amiga, oferecem seu otimismo ao mudar vidas para melhor ! Gostam de aventuras e desafios em meio à natureza; e mais do que isso, amam ao Deus que tudo criou.

A Bíblia é seu Manual de Instruções. Guiam sua vida pelas "trilhas" deste livro. Quando estão tristes, desapontados, ou preocupados com alguma coisa; é na Bíblia que acham conforto e orientação.

Quando os problemas aparecem, eles se voltam para a oração em busca de soluções, de perdão, de força para continuar lutando.

Os Jovens Adventistas do Sétimo Dia, falam pra você agora: Sempre há uma esperança; existe solução para qualquer problema na oração; há um caminho melhor na Bíblia, basta ler; confie sua vida, suas dúvidas, suas lágrimas e seu futuro, no Amigo que nunca abandona - JESUS

 

Essa foi só uma pontinha do que é um Clube de Jovens.
Não fique ai parado, venha participar do Clube!

Clube de Jovens SuperAção

 

 

PREPARANDO UM EXÉRCITO PARA A VITÓRIA

 Caros amigos, enquanto lhes falo nesta manhã, gostaria que vocês imaginassem um exército. Um grande exército às vésperas de uma batalha. O inimigo estava acampado bem do outro lado da colina, pronto para atacar, porem o exército enfrenta um terrível problema.

À medida que a hora do confronto se aproxima, um grande número de soldados começa a desertar. Um a um, eles escapam e desaparecem. Os oficiais comandantes chamam seus nomes escritos em seu registro, mas não há resposta e então, com tristeza, eles balançam a cabaça e riscam o nome da lista. Novos recrutas são trazidos, mas mal conseguem cobrir o numero de desertores. Os comandantes decretam medidas duras para evitar a fuga, mas nada parece ajudar.

Enquanto isso, os soldados que permaneceram se mantém ocupados. E o que estão fazendo? Não estão marchando, treinando com suas armas ou fazendo ataques repentinos no território inimigo. Não. Foi-lhes ordenado que limpassem as latrinas e cavassem buracos – sem parar, dia após dia. Muitos deles reclamam. “Esse trabalho é tedioso e degradante, e sem nenhum objetivo também. Há um inimigo bem atrais das colinas e por que não nos prepararmos para lutar contra eles?”

Alguns soldados jovens unem-se ao exército, ansiosos para irem à batalha, mas depois de semanas e meses fazendo um trabalho sem sentido, sentem-se desanimados. “Entrei no exército errado!” Alguns exclamam enquanto depõem as armas e fogem durante a noite.

Os oficiais comandantes estão preocupados. Sabem que o inimigo está se aproximando e eles estão perdendo rapidamente um numero cada vez maior de soldados. Como irão lutar com um exército desfalcado e desanimado? Alguns oficiais começaram uma campanha para tornar o exército mais atrativo aos seus soldados. Organizaram partidas e jogos na tenda-refeitório; passam filmes todas as noites e organizam eventos esportivos. Os soldados apreciam o entretenimento, embora o número de desertores aumente cada vez mais. Mais tarde, quando lhes perguntaram por que abandonaram as fileiras, alguns dizem: “Sim, o entretenimento era bom, mas eu posso ir às festas e praticar esportes nas cidades vizinhas, e não tenho que me preocupar em usar uma farda ou comer a comida do exército, só para me divertir?”

Quando os oficiais se reúnem para decidir como devem lidar com a crise, sentem-se desalentados. Examinam as estatísticas e o número de desertores continua a crescer, enquanto o numero de recrutas é baixo e o ânimo é fraco. Porem, o mais grave é que atras das colinas, eles podem ouvir o rufar distante dos tambores e o som agudo das trombetas. O inimigo está a caminho.

Hoje, eu pergunto a vocês, meus amigos, é este o quadro do nosso exercito no amanhecer do século  vinte e um? É este o exército da juventude adventista do sétimo dia?

Há mais de um século, Ellen G. White, a mensageira do Senhor, escreveu as palavras que tem sido o grito de conclamação para a o br a da juventude desde então. A maioria de vocês conhece essas palavras e muitos as decoram:

COM TAL EXÉRCITO DE OBREIROS COM QUE PODERIA FORNECER A NOSSA JUVENTUDE DEVIDAMENTE PREPARADA, QUÃO DEPRESSA A MENSAGEM DE UM SALVADOR CRUCIFICADO, RESSUSCITADO E PRESTES A VIR PODERIA SER LEVADA AO MUNDO TODO!”

Nestas palavras extraídas do livro Educação, encontramos a missão da obra jovem adventista do sétimo dia. Nossa tarefa tem sido sempre preparar a juventude e enviá-la ao mundo todo para partilhar a mensagem de salvação. Temos um grande exercito! Que exército poderoso! Com um grande potencial – muito maior do que Ellen White jamais sonhou quando escreveu essas palavras.

Aqui estamos no inicio de um novo século, um novo milênio, à espera do combate, com o inimigo fazendo ataques  diários em nosso território, pronto para deflagrar uma terrível carnificina contra nós. Onde está nosso exército? O que estamos fazendo?

Em muitos lugares, com freqüência ao longo da historia, os oficiais comandantes – aqueles de nós que amam e trabalham com os jovens adventistas – têm enfrentado o problema que lhes descrevi na parábola. Muitos de nossos jovens estão desertando da Igreja. Muitos dos que ficam estão descontentes e procurando algo mais. Dedicamos nossos esforços para mantê-los no acampamento, entretendo-os, mas isso não parece contribuir para que a maré de soldados desertores abaixe em nossas fileiras.

Por que o exército do qual falei momentos atrás continua a perder seus soldados? Porque, embora o inimigo esteja perto, e a batalha prestes a eclodir, este exército não lhes deu nada útil ou significativo para fazer? Não os treinou para a batalha ou os enviou para a luta. Os soldados mantiveram-se ocupados fazendo trabalhos insignificantes ou envolvendo-se com entretenimentos vazios, ao invés de serem enviados a realizar a tarefa para qual foram recrutados.

Os soldados abandonaram as fileiras porque estavam entediados! Os soldados envolvidos na luta, no calor da batalha, podem ter medo, cansaço, podem até mesmo estar feridos, mas dificilmente estarão entediados!

Amigos, quero desafiá-los hoje com esse quadro mental de um exército preparando-se para a batalha. Como um exército vitorioso prepara-se para a luta? Seu soldados são treinados! Sabem qual é o alvo a ser alcançado! Estão prontos para enfrentar o inimigo! E não fogem porque estão entediados, porque sentem que o exército é irrelevante ou porque seus esforços não são valorizados. Sabem que fazem parte de um time que trabalhará em união, até que a vitória seja alcançada!

Somos inspirados pelo nosso passado, somos chamados a moldar o nosso futuro. Quando consideramos a historia do movimento jovem adventista vemos que nossos jovens pioneiros começaram com uma clara visão da batalha que estavam lutando. Líderes jovens adultos como Tiago e Ellen White, John Andrews, Annie e Uriah Smith começaram na adolescência e no início da juventude levaram o evangelho ao mundo. Nenhum membro mais velho da igreja estava por perto para reprová-los ou preocupar-se com a juventude – a juventude era a igreja! Os jovens eram soldados que lutavam na linha da frente, ocupados lutando cara a cara com o inimigo.

Alguns anos mais tarde, pioneiros como Luther Warren e Harry Fenner, quatorze e dezessete anos de idade, viram que a liderança da igreja estava envelhecendo e que os jovens cresciam na igreja sem ter um claro senso da o br a  que deveriam realizar. Assim eles formaram um grupo que se transformou na primeira Sociedade de Jovens Adventistas. Ninguém lhes disse que eram jovens demais para terem sonhos grandes, planos grandes e grandes alvos. Sua visão e liderança foram os catalisadores para este exercito de jovens que estão acampados ao nosso redor hoje.

Meus amigos e companheiros, devemos alguma coisa a este exército jovem!. Devemos algo à memória de nossos pioneiros! Devemos algo ao Senhor Jesus Cristo que nos chamou  para esta batalha! Devemos algo mais à nossa juventude do que mero entretenimento, mais do que tarefas insignificantes para preencher o tempo, mais do que um triste e simples acenar de cabeça quando desertam de nossas fileiras. Devemos a eles, aos nossos pioneiros e ao nosso Senhor a mobilização deste exército! É tempo de preparar a juventude e enviá-la para a batalha!

Não quero lhes apresentar um quadro negativo e falso. Em nosso exército, hoje, temos muitos soldados jovens que empunharam suas armas e estão lutando bravamente contra o inimigo. Temos jovens no mundo trabalhando como missionários, estudantes missionários, evangelistas – temos adolescentes participando de viagens missionarias de curta duração, oferecendo-se como voluntários à sua comunidade, partilhando o amor de Deus com o mundo de muitas maneiras novas e estimulantes. Coisas maravilhosas acontecem em nosso exército!

Nosso desafio hoje é revestir-nos do espírito de luta que tem inspirado alguns de nossos jovens e contagiar todo o exercito com ele. Como uma pequena fagulha que, em contato com a palha seca. Provoca um grande incêndio, queremos ver esta geração de jovens em chamas para Jesus, pronta para concluir Sua obra.

Como faremos isso? Repensando nosso foco, como líderes de jovens, torno de dois alvos simples: Salvação e Serviço. Mais do que enfatizar como podemos manter a juventude na igreja, como vamos entretê-los, ou como vamos mantê-los longe de encrencas, vamos focalizar sua salvação – convidando-os a experimentar um relacionamento de salvação com Jesus Cristo. E vamos prepará-los para o serviço em suas comunidades e em seu mundo, de modo que possam se engajar na batalha, assim que se unirem ao exército.

Em termos práticos, o que isso significa? Muitas coisas. Hoje quero partilhar com vocês apenas algumas maneiras pelas quais podemos mobilizar nosso exército jovem, esclarecendo nossa ênfase na Salvação e em seu treinamento para o Serviço.

Devemos discipular os jovens, conduzindo-os a um relacionamento com Jesus – que durará a vida toda. Precisamos mostrar-lhes que Jesus pode habitar em seu coração através do Espirito Santo – e não apenas durante uma Semana de Oração ou um congresso jovem, mas em todos os seus anos de adolescentes, na fase adulta, na faixa dos quarenta e até o fim.

Precisamos lidar com os desafios de uma sociedade pós-moderna, de uma geração jovem pós-moderna que não mais considera as coisas em termos de absolutos, para quem tudo é relativo.

Precisamos planejar abordagens novas e criativas para ministrar e alcançar. Os métodos que me trouxeram para a igreja há quarenta anos, que trouxeram vocês ou seus pais à Igreja Adventista, podem não mais funcionar hoje. Como líderes de jovens devemos ser eficazes e relevantes – e estarmos mais cientes das tendências do que das tradições.  Vamos encontrar novos meios para contar-lhes a velha, velha historia – e deixem os jovens conduzir. Ninguém conhece mais do que eles o que apela à sua geração. Vamos parar de dar sermão e começar a ouvi-los.

Precisamos usar todas as ferramentas que a tecnologia nos dá para alcançar a juventude. temos uma geração de jovens que cresceram na frente de uma tela de computador. Se não os alcançarmos através dessas telas, perderemos a chance de comunicação com muitos deles.

Devemos abordar o assunto da musica. Os adultos de mais idade, algumas vezes, subestimam a ferramenta poderosa que é a musica para influenciar os jovens – e muitos deles se esquecem de que ouviram muitas músicas e valorizaram a musica de sua geração. Precisamos nos certificar de que o dom da música está sendo usado para alcançar juventude, de modo que eles mantenham os princípios adventistas do sétimo dia.

Devemos encontrar novos caminhos para transmitir os valores e estilo de vida de nossa igreja aos jovens, de modo que lhes pareçam significativos. Nosso alvo deve ser sempre moldar os jovens à semelhança de Cristo – ajudando-os na o br a de recriar Sua imagem neles. Como igreja, precisamos definir nossas prioridades em termos de deixar os valores mais importantes como legado às novas gerações. Para isso, precisamos produzir materiais para ajuda-los a compreender nossos valores e aceita-los como seus.

Precisamos nos apropriar das poderosas mensagens que foram dadas à Igreja, através do Ministério profético de Ellen White, e torna-las acessíveis e significativas à nova geração. Para muitos jovens, ler os escritos da Sra. White é como ler em língua estrangeira. Precisamos tornar esses escritos disponíveis em linguagem atual e incentivar nossos jovens a lê-los.

Precisamos continuar a usar e expandir os programas que estão funcionando bem em nossa igreja – des br avadores, aventureiros, sociedades de jovens – assim como devemos buscar idéias novas, novas abordagens. As necessidades de nossos jovens e adolescentes de 16 anos em diante clamam a nós. Precisamos desenvolver abordagens que lhes oferecerão salvação e capacitação para o serviço.

Devemos alcançar os jovens no ambiente escolar, nos internatos, através de um programa que alcance  cada escola freqüentada por jovens adventistas.

Devemos propiciar aos líderes jovens capacitação e recursos para o desempenho de seu trabalho. Um novo manual de orientação para o Ministério Jovem está a caminho. Um programa oficial para o treinamento de liderança jovem está sendo preparado para treinar líderes de jovens locais. Se pedirmos aos nossos “oficiais comandantes” que façam um trabalho difícil e vital, devemos dar-lhes as ferramentas para executá-lo.

Nós, como o br eiros da juventude devemos perguntar aos nossos líderes se podemos nos encontrar mais vezes, como estamos fazendo nesta semana. Atualmente, encontramo-nos apenas uma vez a cada cinco anos para tratar de assuntos profissionais e administrativos. As necessidades clamam por mais de um encontro a cada qüinqüênio.

Devemos cuidar das necessidades reais e enfrentar os desafios de nossas comunidades. É preciso lidar como o problema de famílias desestruturadas, AIDS, violência e abuso de substancias toxicas. Esta é a realidade com a qual nossa juventude convive. Este é o mundo que eles herdaram de nós. Devemos ensiná-los não apenas a viver nele, mas ajudar e curar os que são feridos por ele.

DEVEMOS DESENVOLVER UM PROGRAMA ESPECIAL DO MINISTÉRIO DOS JOVENS PARA ALCANÇAR AQUELES QUE NÃO SÃO ADVENTISTAS. UM PROGRAMA DE ATIVIDADES CÍVICAS DO MINISTÉRIO JOVEM PODE SER DESENVOLVIDO PARA ATENDER À ESTA NECESSIDADE. O MINISTÉRIO JOVEM DEVE SER VISTO COMO UM RECURSO REDENTIVO PARA AQUELES QUE ESTÃO DENTRO E FORA DAS PAREDES DA IGREJA.

Precisamos enfatizar o quanto nossos jovens podem fazer para partilhar o amor de Jesus em regiões com necessidades especiais. Vocês já ouviram falar na “janela 10/40” – a região do mundo que os líderes cristãos identificaram como a que tem o menor índice de penetração do cristianismo? Este é um desafio evangelistico para a nova geração – e a nossa geração deve ser aquela que a br irá o caminho!

Devemos dar ao evangelismo o primeiro lugar em cada nível do ministério jovem. Esta é a nossa missão!

Devemos desafiar nossas igrejas a apoiar os jovens. Pastores, anciãos, professores,  pais – todos devem unir-se para dar apoio moral e financeiro aos jovens.  Se quisermos ver nossa herança adventista do sétimo dia, nossos valores, nossos sonhos de levar ao mundo a mensagem do Salvador – se quisermos ver essas coisas vivas em nossa geração, então dediquem-se irrestritamente a nutrir espiritualmente, liderar e amar a presente geração de jovens!

No tempo de Moisés, o povo de Deus enfrentou um inimigo – o poderoso Faraó do Egito e o seu exército invencível. Porem, Moisés foi à presença de Faraó e transmitiu a mensagem de Deus para deixar Israel ir. E então Faraó perguntou: “Mas quem irá?” E a resposta foi a seguinte: “Havemos de ir com nossos jovens, e com os nossos velhos, com os nossos filhos e com as nossas filhas”. (Êxo. 10:8,9)

Iremos com os nossos jovens e velhos, com nossos filhos e filhas! Meus amigos,  quando estivermos diante do inimigo de Deus, preparando-nos firmemente para nossa própria jornada à terra prometida, podemos unir nossa voz à de Moisés, dizendo essas palavras? “Iremos com nossos jovens e velhos, com nossos filhos e filhas!”

Vamos nos dedicar totalmente a levar conosco nossos filhos e filhas para a terra prometida? Vamos deixar que eles marchem na vanguarda do nosso exército? O desejo de Deus é que nenhum de nossos preciosos filhos seja deixado para trás no Egito, terra de escravidão. Ele quer todos nós – jovens e velhos, filhos e filhas – marchando contra o inimigo, saindo da terra da servidão, marchando rumo à Terra da Promessa.

Vocês se unirão a mim, dedicando-se à salvação de nossos jovens, treinando-os e capacitando-os para o serviço? Vocês se unirão no preparo do exército jovem de Deus para a batalha final? Vocês se unirão a mim, dizendo: “Sim! Iremos, com nossos filhos, com nossas filhas, com nossos jovens para o reino de Deus?”

DEUS ABENÇOE O DEPARTAMENTO JOVEM!

Sermão proferido na abertura da Conferencia Internacional de Liderança Jovem, em Águas de Lindóia, SP, em A br il/2001,  pelo pastor Baraka Muganda, Diretor Mundial JA. 

SuperAção

Superar os seus limites, alcançar seus objetivos, ir cada vez mais longe, ser um jovem de valor!!