Ellen White
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Paul Gordon, do E. G. White Estate Muitas coisas nos vêm à mente quando pensamos sobre o ministério de Ellen G. White na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Ela uma vez disse que entendia seu chamado como sendo “mais que um profeta”. Talvez uma das suas funções menos conhecidas foi o seu trabalho como evangelista. Ellen White como Evangelista Escrevendo em 1897, Ellen White registrou ocorrências de um período de 18 meses iniciado em 11 de Maio de 1877. Estas anotações tomadas entre duas ocasiões de campais, incluía um período intensivo de visitação a igrejas por 8 meses. (ver Testemonies for the Church, vol. 4, pag. 271-278). Estes escritos nos ajudam a entender melhor o propósito evangelístico de nossas primeiras campais. No início deste período, Ellen tinha 49 anos de idade e seu marido, James, 56. Ambos estavam mal de saúde. Por muitos meses ela havia experimentado dores no coração e problemas respiratórios. James sofria por so br ecarga de trabalho. Os White eram hóspedes de amigos em Battle Creek enquanto James atendia a administração da igreja. Mas em pouco tempo ele trabalhou além de suas forças e, por razões de saúde, eles foram para sua simples cabana nas montanhas do Colorado. Mas uma voz parecia falar claramente a Ellen: “Eu tenho uma o br a para você fazer em Battle Creek ”. Depois de chorar e orar juntos, os White retornaram a Battle Creek. O que o Senhor tinha para eles fazerem ali? A resposta não demorou para vir. 1. Em 30 de maio, os pacientes e a equipe de funcionários do Battle Creek Sanatorium tiveram em dia de atividades de recreação no Goaguak Lake. Foi solicitado que Ellen White pregasse. Seu sermão foi impresso para distribuição geral mediante a sugestão de um juiz de Wisconsin que era um dos pacientes. 2. O terceiro ano escolar do Battle Creek College estava próximo do encerramento. Ellen White dirigiu uma semana de reuniões vespertinas para os estudantes. No fim de semana, 14 estudantes foram batizados, com vários outros decidindo serem batizados em suas próprias igrejas depois. Mas muito mais ainda estava à espera. 3. Em 28 de junho, um circo de animais chamado Barnum’s veio à cidade. Grupos locais de temperança planejaram uma grande reunião antecipando-se a multidão esperada pelo circo. O Major Austin pediu à senhora White que falasse na tenda na tarde de primeiro de julho. Ela falou so br e temperança por 90 minutos para 5000 pessoas. Logo depois, a senhora White foi convidada a ir até a campal de Indiana, onde falou várias vezes. No encerramento, ela fez um apelo para aqueles da audiência que quisessem vir à frente para uma oração. Cinqüenta atenderam; quinze foram depois batizados. Alguns dias depois, os White foram convidados por S. N. Haskell a visitarem Groveland, Massachussetts, para uma reunião campal. Eles viajaram a última parte do percurso no sábado sob uma chuva torrencial. No Domingo, Ellen White disse que os barcos e os trens “choveram” gente pelo chão. A chuva torrencial havia se tornado uma torrente de pessoas. No Domingo ela falou em uma tenda superlotada, com centenas de ouvintes so br ando do lado de fora. Na conclusão, 200 foram à frente em resposta ao seu apelo. No próximo dia ela engajou em o br a pessoal pelo grupo que a br angia em idade desde “adolescentes até homens e mulheres de cabeça br anca”. À noite, 38 foram batizados. Muitos mais foram batizados depois em suas próprias cidades. Ela foi depois convidada para ir a Danvers, Massachussetts, para uma campal. Outras seguiram-se rapidamente em Morristown, Vermont; Cartage, New York; e Lansing, Michigan. Em Lansing ela falou para multidões de 6000 a 10000 pessoas. No meio de Outu br o, os White viajaram para Oakland, Califórnia. Em 10 de junho quando James retornou para Battle Creek para cuidar de negócios da igreja, a senhora White viajou de San Francisco para Oregon. Sua viajem para Oregon teria grande variedade. Ela manteve reuniões com os poucos adventistas dali, falou duas vezes em uma igreja Metodista, e na primeira campal de Oregon, próximo a Salem ela falou várias vezes a grupos de 2000 pessoas. Depois ela falou na praça pública de Salem para uma audiência de cerca de 250 pessoas. Também visitou a prisão estatal próxima dali e falou aos presidiários. A partir do meio de julho ela viajou rumo ao leste com sua nora. No caminho tinham agendadas palestras em Sacramento, Califórnia; Reno, Nevada; e Boulder City, Colorado. Em Battle Creek de novo, ela falou em uma grande tenda e se dirigiu a mais campais em Ballard Vale , Massachussetts, e Waterville, Maine. Depois foi a Rome, New York, e voltou a Battle Creek para mais reuniões. Ela pregou em campais em Richland e Sherman, Kansas. Sua crônica destes 18 meses termina em Plano, Texas, em 19 de Novem br o de 1878, ainda com outra campal. Como pode ser visto, ela falava freqüente e extensivamente em reuniões campais. Seus esforços na ganha de almas pelos dezoito meses são igualmente impressivos. Conforme suas próprias contas 338 pessoas foram batizadas durante aqueles encontros e muitos mais foram batizados nas igrejas da terra de cada um. Ellen White jamais hesitou em trazer pessoas a uma decisão por Cristo. Fosse falando a uma multidão de milhares ou enquanto encorajava uma garota para ir para o Colégio, ela era sempre evangelista. Mas há um outro fato que é especialmente interessante. Nossa irmandade mundial, que incluía 150 pessoas na Missão Suíça sob a direção de J. N. Andrews, era de 10044 em aumento de cerca de 3000. Como o resultado direto do evangelismo de Ellen White, durante este tempo, pelo menos 338 foram batizados. Isto é 11% do crescimento total! Ellen White como uma Evangelista Jovem Não deveríamos nos surpreender de que Ellen White fosse tão ativa na o br a evangelistica. Ela fazia isto desde seus primeiros anos. Em Vida e Ensinos, pag. 33-39, ela conta de sua experiência como garota. Na adolescência ela não partilhou naturalmente sua crença no advento. Incerta de sua própria salvação atravessou um período de intenso sofrimento mental e freqüentemente orava muitas horas durante a noite buscando segurança. Quando confiou suas perplexidade à sua mãe, foi aconselhada a procurar Stockman, o ministro Adventista Millerita. Enquanto a jovem Ellen a br ia seu coração a ele, Stockman encorajou-a, sugerindo: “Jesus deve estar preparando uma o br a especial”. Ele lhe disse que “a própria agonia de espírito que eu sofrera, era uma prova evidente de que o Espírito do Senhor estava comigo”. (Vida e Ensinos, pag 28) Posteriormente, ela resumiu sua conversa com o ministro: “Durante os poucos minutos em que recebi instrução do Irmão Stockman, obtive mais conhecimento so br e o assunto do amor e terna piedade de Deus, do que em todos os sermões e exortações que já tinha ouvido” (Life Sketches, pag 37). Esta experiência encorajou-a a começar a o br a publica mesmo antes que tivesse recebido o chamado profético através de visões. Ela providenciou reuniões com suas amigas. Algumas eram, em suas palavras, “frívolas e desatenciosas”, mas sua experiência era “uma história ociosa”. “Algumas delas se haviam reunido conosco pela curiosidade”, ela diz. “Outras, por manifestarem interesse algum, me julgavam fora de mim”. (Vida e Ensinos, pag 33). Mas notem o resultado: “Em cada uma de nossas pequenas reuniões, continuei a exortar e a orar em prol de cada uma separadamente, até que todas se entregaram a Jesus... Todas se converteram a Deus”. (Vida e Ensinos, pag 33) Estas reuniões tiveram lugar quando ela contava 14, 15 e 16 anos de idade. Princípios Evangelisticos para Jovens Alguns dos conselhos de Ellen White so br e evangelismo jovem têm sido reunidos em Mensagens aos Jovens, paginas 196 a 230. Eles são tão pertinentes hoje como sempre foram. Note suas sugestões: 1. Organizar pequenos grupos de ação. “Avo jovens, moços e moças e crianças ao trabalho, em nome de Jesus. Unam-se eles em plano ou ordem de ação. Não podeis vós organizar um grupo de o br eiros, e Ter ocasiões determinadas para orar juntos e pedir ao Senhor que vos dê sua graça, desenvolvendo uma ação unida?” MJ, 197. 2. Trabalho pessoal “A o br a de Cristo foi, em grande parte, constituída de entrevistas pessoais. Tinha fiel consideração pelo auditório representado por uma única alma... Educai os jovens em auxiliar os jovens; e, ao buscar assim fazer, cada um adquirirá experiência que o habilite a se tornar um consagrado o br eiro em mais ampla esfera”. MJ, 203 “Pregadores ou leigos de idade avançada não podem ter, so br e a juventude, metade da influência que os jovens consagrados têm so br e seus companheiros”. MJ, 204 3. Em vez de esperar que tudo seja feito para você, faça alguma coisa pelos outros. “Vi que muitas almas se salvariam, caso os jovens estivessem no lugar em que se deveriam achar, consagrados a Deus e à verdade; mas em geral assumem uma posição em que se lhes deve dedicar contínuo labor, do contrário eles próprios se tornarão do mundo. ... Lágrimas são vertidas por sua causa, e são arrancadas do coração dos pais angustiosas súplicas em seu favor”. MJ, 206 4. Orar mais do que cantar. “Orai mais do que cantais. Não tendes vós mais necessidade de oração que de cânticos? ... Podeis realizar uma o br a que os ministros em palavra e doutrina não podem fazer. É-vos possível alcançar uma classe a quem os ministros não é dado influenciar”. MJ, 207 5. Ter os jovens trabalhando junto com os mais velhos. “Saiam nossos rapazes e moças como colportores, evangelistas e o br eiros bíblicos em campanha de o br eiros de experiência, que lhes possam mostrar a maneira de trabalhar com êxito”. MJ, 208 6. Ser produtores, não apenas consumidores. “Não poucas, mas milhares de criaturas humanas não existem senão para consumir os benefícios que o Senhor, em Sua misericórdia, lhes confere. ... Esquecem que Deus deseja que eles, negociando prudentemente com os talentos que lhes foram emprestados, sejam produtores da mesma maneira que consumidores”. MJ, 210 7. Ajudando no lar. “As crianças e os jovens devem achar prazer em tornar mais leves as o br igações do pai e da mãe, demonstrando abnegado interesse no lar”. MJ, 217 8. Usar o Dom de cantar. “Precisam-se os que possuem o Dom do canto. ... Mem br os da igreja, tanto velhos como jovens, devem ser educados para sair a proclamar esta derradeira mensagem ao mundo. Se eles vão com humildade, anjos de Deus os acompanharão, ensinando a erguer a voz em oração, em hinos, e a proclamar a mensagem evangélica para este tempo”. MJ, 217 9. O br a da Escola Sabatina. “O Senhor chama moços e moças a se preparem para fazer, durante a vida toda, fervoroso trabalho na Escola Sabatina”. MJ, 219 10. Providenciar alistamento geral para serviço. Professores, homens de negócios, médicos, enfermeiras, ministros, missionários treinados em idiomas – todos são necessários. (Ver Mensagens aos Jovens, pag. 219 a 225). Uso do lazer é importante Ellen White expressou preocupação especial pelo uso do tempo de lazer pelos jovens. Alguns cuidados são expressos: “Enquanto a juventude se adestra em jogos distribuídos de valor para eles e para outros, Satanás joga a partida da vida por suas almas tirando-lhes os talentos dados por Deus, substituindo-os por seus próprios atributos maus”. MJ, 213 “Satanás se encontra de emboscada, pronto a destruir aqueles cujo ócio lhe dá ensejo de os abordar sob qualquer atrativo disfarce. Nunca é ele tão bem sucedido como quando se aproxima dos homens em suas horas de lazer”. MJ, 215 Assim sendo, o que podemos concluir? Os Jovens devem estabelecer prioridades em sua vida. O propósito da vida é diferente para um cristão do que é para uma pessoa comum. Devemos estar cônscios de que Deus é proprietário de tudo. Somos mordomos de talentos, dinheiro, tempo. Nosso sábio uso de todas estas coisas dirá se somos o povo de Deus. Ellen White sumariza assim: “Oh! Quem dera que os jovens e velhos fossem inteiramente convertidos a Deus, empreendendo o dever que lhes está à mão, e trabalhassem quando se lhes oferecesse ensejo, tornando-se colaboradores de Deus!”. MJ, 227. Princípios de Evangelismo dos Anos na Europa O envolvimento pessoal de Ellen White com a igreja mundial começou quando ela esteve na Europa de 1885 a 1887. Depois disto ela gastou nove anos na Austrália e Nova Zelândia, de 1891 a 1900. Durante estes dois períodos, ela demonstrou princípios práticos de como fazer evangelismo. Na Europa ela enfatizou a publicação da mensagem Adventista e a venda de nossos livros ao público através de colportagem porta-a-porta ou evangelistas de literaturas. Ela também demonstrou vários princípios que ainda são aplicáveis até hoje. Ela era inovadora. Isto envolveu coisas tais como “encontros sociais” (serviços de testemunho) na Alemanha. Também incluiu fazer melhor uso de locais de reuniões publicas em Drainem, Noruega. Vamos colher alguns de seus comentários: “Foi providenciado o melhor do lugar, um espaço reservado para bailes e concertos ... Não havia púlpito, nem lugar para colocá-lo. Seis mesinhas de bar, trazidas de um salão adjacente, serviram para fazer a plataforma, e uma outra mesa colocada no alto como pedestal de iluminação e púlpito, enquanto os degraus foram feitos de poltronas e bancos”. Ela falou para uma multidão de várias centenas que atulhou o local. Nós podemos imaginar seu sorriso enquanto escreve: “Duvidamos se aquele hall ou aquelas mesas de bar já tiveram um uso tão bom antes!”. Historical Sketches, pag. 207 Ela acreditava em começar corretamente. Enquanto viajava pela Dinamarca, expressou desapontamento pelos arranjos que tinham sido feitos para trazer a mensagem ao público de Ore br o: “O salão de reuniões consistia de uma série de aposentos no segundo pavimento de uma residência particular. ... A entrada era pelos fundos. A sala principal poderia acomodar apenas cerca de cinqüenta pessoas, e em duas outras menores abertas diante desta poderiam assentar-se vinte pessoas em cada uma. Todas eram providas de assentos de madeira sem encosto”. Idem, pag 200 Está claro que as pessoas não esperavam uma multidão. Mas Ellen White diz: “As salas estavam apinhadas muito acima de sua capacidade”. Então ela se torna mais direta: “Estou convencida de que poderíamos ter tido uma boa audiência se nossos irmãos tivessem assegurado um salão confortável para acomodar o povo; mas eles não esperaram muito, e portanto não receberam muito”. ... O caráter e a importância de nossa o br a são julgados pelos esforços feitos para trazê-los diante do publico. Quando estes esforços são tão limitados, a impressão dada é que a mensagem que apresentamos não é digna de nota”. Ibidem, pag 200 Ela se opunha a uma abordagem nacionalista. Quando na Europa, por exemplo, ela advertiu os mem br os da igreja a “não construir uma parede de separação entre diferentes nacionalidades”. Ibidem, 138 Certamente com um sorriso, ela escreveu: “Não obstante alguns sejam tão decididamente franceses, outros decididamente alemães, e outros decididamente Cristãos”. Ibidem, pag 136 Mais tarde, na Austrália, ela deu continuidade a este tema: “Distinções nacionais e denominacionais sejam deixadas de lado. Castas e classes não são reconhecidas por Deus, e não deveriam ser por Seus o br eiros. RH, April 2, 1895”. Ela trabalhava com as condições, necessidades e limitações locais. Isto se refletiu em uma ênfase na Europa diferente da Austrália. Na Europa ela enfatizou publicações no inicio, enquanto na Austrália suscitou o desenvolvimento de alimentos saudáveis e uma escola modelo. Isto não significa que a mesma ênfase devesse permanecer, mas aquele foi o jeito de começar. Ela era prática. Quaisquer que fossem as necessidades era sensível a elas. Na Austrália trabalhou pelos órfãos. Em tempos de depressão financeira proveu às necessidades praticas daqueles que estavam sofrendo, arrematando utensílios de pechinchas e leilões. Enquanto Ellen White estava na Inglaterra, o futuro não parecia claro, e muitos estavam desencorajados. Eles lhe perguntaram: “haverá alguma mudança?” Sua réplica foi direta: “Sim, mas nada do que vocês esperam”. Pregando Uma Mensagem Forte Mas que tipo de mensagem Ellen White dava? Em Outu br o de 1885 ela estava em Estocolmo, Suécia. Era a pátria de Jonh Matteson, que estava traduzindo suas mensagens. Ele sugeriu que a pregação estava muito forte so br e o dever e a Lei. Ela discordou. Esta experiência é relatada em suas palavras em Mensagens Escolhidas , vol. 3, pag. 64: “O irmão E. [Matteson] sugere que o povo se agradaria de que eu falasse menos so br e o dever e mais a respeito do amor de Jesus. Mas desejo falar como o Espírito do Senhor me impressionar. O Senhor sabe melhor o que este povo necessita. Falei pela manhã [sábado, 17 de Outu br o] de Isaías 58. De modo algum contornei a realidade dos fatos”. “Se esta é a o br a do irmão Matteson, que ele a faça, mas não é este meu dever. Meu trabalho é elevar o padrão da piedade e da verdadeira vida cristã, e insistir com o povo para colocar de lado seus pecados e serem santificados pela verdade. Tento impressioná-los com a necessidade da estrita observância do Sábado conforme o mandamento”. _Manuscrito 26, 1885 Ela fala então de um encontro social [serviço de testemunho] que foi mantido. Em seus testemunhos, o povo respondeu positivamente à sua direta mensagem so br e a guarda do Sábado e da Lei. Relem br e que Matteson estava traduzindo para ela o que eles diziam: “Estes testemunhos expressavam seus agradecimentos porque o Senhor lhes enviou auxílio da América e expressavam sua gratidão a Deus pela verdade e pela aumentada luz que a irmã White lhes tinha dado. Eles puderam ver, disseram, como nunca antes, a necessidade de mais estrita guarda do Sábado e sentir o caráter ofensivo do pecado, e que deviam fazer sinceros esforços para deixar o pecado de lado”. Ibidem. Mas notem seus comentários posteriores so br e a questão de enforcar apenas o amor de Jesus: “Há uma espúria experiência que está prevalecendo agora em todo lugar com relação ao amor de Jesus ... que fé em Jesus é tudo que necessitamos mas estas almas devem ser instruídas de que o amor de Jesus no coração levará a humildade de vida e obediência a todos os seus mandamentos. ... O amor de Jesus que não vai alem dos lábios não salvará nenhuma alma, mas será uma grande desilusão. ... Aqueles que amam a Jesus revelarão este amor sendo filhos obedientes. Serão praticantes da Palavra e não apenas ouvintes. Não estarão continuamente alegando, ‘tudo que temos que fazer é crer em Jesus’. Isto é verdade no mais completo sentido, mas eles não compreendem, não a tomam no mais completo sentido. Crer em Jesus é recebê-lo como seu Redentor, como seu Modelo. Todos que amam a Jesus devem seguir Seu exemplo”. Ibidem. Terminação do Evangelho A pregação do evangelho deve terminar com grande poder através do Espírito Santo. Eu creio que, como foi no inicio do movimento Adventista, os jovens têm a principal parte na experiência de pregar e partilhar. Nós temos esperados pelo cumprimento da predição de Ellen White – feita enquanto estava na Europa – de que “mais de mil pessoas se converterão em um dia, muitos dos quais creditarão suas primeiras convicções à leitura de nossas publicações”. RH, nov. 10, 1885 Esta predição tem sido cumprida. Nós estamos batizando mais de 1700 pessoas cada dia ao redor do mundo. Mas ela tem uma predição posterior: “O tempo está chegando quando haverá tantos conversos em um dia quantos houve no dia do Pentecostes, depois dos discípulos terem recebido o Espírito Santo”. RH, june 29, 1905. Pensem nisso. Há tempos maiores à frente, quando 3000 pessoas se converterão em um dia, e todos podemos ser parte disto. Eu oro para que cada um de nós, jovens e velhos, possa participar no cumprimento desta predição, e assim Jesus venha em br eve. Paul Gordon apresentou este material no Seminário Internacional sobre Evangelismo Jovem em Praga, durante Agosto de 1992. |
